Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços predominantemente mais baixos. O mercado sofreu pressão mais uma vez da previsão de clima favorável para o desenvolvimento das lavouras dos Estados Unidos e da falta de novas vendas para a China. As perdas foram limitadas pelo desempenho positivo financeiro, em meio à expectativa sobre a definição dos juros pelo Federal Reserve (Fed).
Além da expectativa de safra cheia nos Estados Unidos, as primeiras sinalizações são de aumento de área também no Brasil, formando um quadro de ampla oferta mundial da oleaginosa.
Para amanhã, as atenções se voltam para o relatório de vendas semanais, que será divulgado às 9h30min pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado aposta em número entre 1,1 milhão e 2,5 milhões de toneladas. Na semana passada, o volume se aproximou de 2,7 milhões de toneladas.
Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com baixa de 5,25 centavos ou 0,58% em relação ao fechamento anterior, a US$ 8,91 1/2 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 8,85 1/4 por bushel, com perda de 2,25 centavo ou 0,25%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,70 ou 0,57% a US$ 295,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 30,06 centavos de dólar, alta de 0,14 centavo ou 0,46% na comparação com o fechamento anterior.
Por Agência Safras