Com o aumento da oferta de trigo disponível graças à proximidade do fim da colheita no Brasil, e com a retração do dólar em relação ao real, a tendência seria de queda nos preços do grão no mercado brasileiro. O analista de Safras & Mercado, Jonathan Pinheiro explica, no entanto, que as cotações devem ficar estáveis no curto prazo, levando em conta a baixa liquidez.
A indústria está bem abastecida no momento e se aproxima do período de férias coletivas, portanto, não deve ir ao mercado por enquanto. Já os produtores, em geral, bem capitalizados, não têm a necessidade de negociar imediatamente e esperam novas elevações. Pinheiro considera que a liquidez deve crescer somente nos primeiros meses de 2021.
Por Agência Safras