Com o rompimento da máxima na terça-feira, os mercados físico e futuro de milho começaram um movimento destoante, de acordo com a Agrifatto. Enquanto no físico a escassez de oferta dita o ritmo e o valor dos negócios efetuados, no futuro, a pressão externa e do dólar afetam negativamente a cotação do cereal.
A referência para negócios no físico paulista continuou em R$ 85,50 por saca, enquanto isso, na B3, o vencimento para março de 2021 recuou 1,92%, ficando cotado a R$ 87,27 por saca.
Pelo terceiro dia útil consecutivo, o preço do milho nos EUA registrou recuo, chegando desta vez ao valor de US$ 5,22 por bushel, caindo 0,76%. A movimentação técnica de realização de lucros através da redução da posição comprada na bolsa ditou a queda em Chicago, no entanto, vale ressaltar que o clima na América do Sul (Sul do Brasil e Argentina) deu leve respaldo fundamentalista para que a desvalorização se concretizasse.