Com a colheita da safra de verão ganhando forma e “pedindo” espaço nos armazéns, o restante de milho que ainda não havia sido comercializado começa a aparecer, segundo a Agrifatto. Esse crescimento na oferta traz consigo uma leve pressão sobre os preços do cereal no mercado físico, no entanto, insuficiente para derrubar as cotações.
As referências dos negócios em São Paulo seguiram nos R$ 85,50 por saca. Na B3, o contrato para março voltou a se valorizar, ficando cotado a R$ 88,35 por saca.
Nos EUA, o contrato de milho registrou leve alta de 0,43%, após sucessivas desvalorizações. Com isso a referência do vencimento março fechou o dia cotado a US$ 5,24 por bushel. A força para a alta do cereal em Chicago veio principalmente do anuncio de novas vendas externas feito pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na quinta-feira, demonstrando a firmeza da demanda externa sobre o milho norte-americano.