Ainda que muitos acontecimentos em 2020 tenham levado o país ao temor de falta do grão no mercado, para o gerente de Compras e Suprimentos da Fumacense Alimentos, Gilberto de Moliner Teixeira, não deve faltar arroz neste ano.
“No ano passado, muito se temia pela falta de matéria prima, mas isso acabou não se concretizando. Claro que passamos com estoques mais apertados, mas não faltou produto em nenhum momento e, por isso, não carregamos esse receio para 2021. Até porque sempre ficamos atentos às oportunidades de adquirir o cereal que aparecerem no mercado”, garante.
De acordo com o gerente, em torno de 60% do arroz necessário para a produção anual da Fumacense Alimentos é captado neste período de colheita. Levando em consideração as variações de preço de mercado, os demais 40%
costumam ser comercializados no decorrer do ano, seja do grão já captado a depósito ou do que necessita ser coletado diretamente da propriedade rural.
“Em Santa Catarina, adquirimos arroz em todas as regiões produtoras e, no Rio Grande do Sul, compramos nas seis regiões arrozeiras, que são a Fronteira Oeste, Região da Campanha, Central, Planícies Costeiras Interna e
Externa, e Zona Sul”, explica o gerente.
Por Agência Safras