Em relação ao cultivo, segue firme no Paraná, mas no Rio Grande do Sul ainda não começou. No mercado brasileiro, agora parece haver divergência de interesses entre compradores e vendedores. Enquanto compradores esperam a redução da Tarifa Externa Comum (TEC) para importação de trigo nos próximos meses, vendedores e produtores temem a comercialização do cereal no segundo semestre a preços menores que o mínimo. Segundo o Cepea, grande produção esperada internamente – no Paraná deve ser o dobro do registrado em 2013 – será o grande motivo de pressão.
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