Brasil tem a menor disponibilidade de carne bovina dos últimos dois anos
Brasil tem a menor disponibilidade de carne bovina nos últimos dois anos. E a restrição de oferta deve continuar.
Brasil tem a menor disponibilidade de carne bovina nos últimos dois anos. E a restrição de oferta deve continuar.
O mercado de derivados segue calmo, mas o sebo teve valorização. O analista da Scot Consultoria Hyberville Neto fala sobre o assunto.
Ministério da Agricultura, em parceria com entidades do setor leiteiro, preparam um plano de qualidade do leite que deve ser apresentado à ministra Kátia Abreu em 15 dias. O objetivo do governo com o projeto é dobrar a produção no país.
O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) aponta que o ritmo de negócios segue lento no mercado pecuário. Além da retração de frigoríficos, que continuam alegando dificuldade de venda da carne no atacado, os pecuaristas seguem postergando as vendas de lotes prontos à espera da melhor relação de troca para realizar a reposição.
Nesta sexta, dia 13, houve alta em sete regiões pecuárias para o boi gordo e nenhuma queda. Em Mato Grosso do Sul, os preços subiram nas três praças pesquisadas pela Scot Consultoria. Em São Paulo, as escalas de abate estão curtas e atendem, em média, entre dois e três dias.
Durante reunião realizada nesta sexta, dia 13, pelos ministros da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário dos BRICS (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), a ministra Kátia Abreu propôs fortalecer acordos já firmados pelo bloco e facilitar acesso aos mercados dos cinco países.
Nova taxa deve ser publicada na segunda-feira, dia 16, no Diário Oficial da UniãoO saldo disponível no Moderfrota da safra 2014/2015 terá a taxa de juros reajustada na próxima segunda, dia 16. O montante que será disponibilizado com os novos juros é R$ 1,8 bilhão.
Como tradicionalmente acontece na última tarde da Expodireto Cotrijal, a feira sediou audiência pública da Comissão de Agricultura do Senado. O assunto deste ano foi o emplacamento de máquinas agrícolas.
A repórter Jaqueline Naujorks traz informações sobre a alta do dólar e os impactos para os principais setores do agronegócio.
Esta sexta, dia 13, foi marcada por protestos em 12 estados brasileiros. Movimentos sociais foram às ruas a favor da Petrobras e do governo Dilma Rousseff. Integrantes da Central Única de Trabalhadores (CUT), do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), e lideranças sindicais ocuparam a Avenida Paulista, em São Paulo, em protesto contra atos do […]
O dólar fechou a semana com a maior alta da última década. O comentarista do Canal Rural Miguel Daoud alerta que a alta do dólar é boa para quem exporta, mas grande parte da agricultura brasileira não é exportadora e vai sofrer. Além disso, a escalada da moeda americana tem a ver com a instabilidade […]
A consultoria Safras & Mercado revisou para baixo suas estimativas para a safra de soja e milho.
A ministra da Agricultura Kátia Abreu apontou que os juros do próximo plano safra devem subir, mas garantiu que a alta não afeta o desenvolvimento agropecuário do país.
Uma faixa de umidade persiste sobre o Centro-Oeste, Sudeste e parte da região Sul do país, deixando o tempo bastante instável, com possibilidade de chuvas em forma de pancadas.
A alta do dólar deve acarretar aumento de 10% nos custos da produção da farinha de trigo. O Brasil importa 70% do que consome e os moinhos e já paga quase R$ 100 a mais pelo preço da tonelada.
Protestos também demonstram apoio à Petrobras, mas criticam ajuste fiscalUma série de movimentos sociais foi às ruas de 23 capitais nesta sexta, dia 13, para demonstrar apoio à presidente Dilma Rousseff e em favor da Petrobras, mas também para protestar contra o ajuste fiscal sendo promovido pelo governo.
A valorização do dólar estimulou vendas de soja. Em três semanas foram negociadas 15 milhões de toneladas, um recorde para o período. A moeda americana subiu mais de 15% desde o começo do ano e os preços da soja em reais por saca, ao produtor rural, avançaram cerca de 8 reais motivados apenas pelo componente câmbio, […]
No pregão desta sexta, dia 13, o dólar encerrou com valorização de 2,77% a R$ 3,249. A cotação é a mais alta em 12 anos. O Banco Central do Brasil não pretende usar reservas cambiais para atenuar a valorização da moeda, afirmam fontes do Ministério da Fazenda. A tendencia do dólar é imprevisível, segundo economistas.
Alta dos custos está relacionada ao aumento do dólar, que encarece importaçãoA perspectiva de valorização do dólar em 2015 deve elevar os custos de produção da farinha de trigo nesse ano em 10%, visto que 70% do custo de produção está diretamente relacionado ao trigo importado, a maior parte oriunda do Mercosul e da América do Norte.
Protestos no país e reunião do banco central dos EUA preocupam investidoresO dólar encerrou o pregão desta sexta, dia 13, no maior nível em quase 12 anos, impulsionado pelos protestos que ocorrem hoje e os programados para domingo, além de questões internacionais.