Graças às chuvas e ao reestabelecimento dos níveis dos reservatórios, a produção australiana que está sendo colhida deve superar 550 mil tons, quatro vezes mais que o desastroso resultado do ano passado, segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).
O desafio agora é abrir novos mercados para substituir a China, que está boicotando produtos australianos. No alvo, países como Vietnã, Bangladesh, Indonésia, Tailândia e Coreia do Sul – todos compradores do algodão brasileiro.
Por Agência Safras