As transações externas envolvendo o arroz seguiram firmes em outubro, com ligeiro recuo das importações e crescimento das exportações. Do lado das compras externas, mesmo com a isenção da Tarifa Externa Comum (TEC) para países de fora do Mercosul, o bloco ainda tem sido origem de quase todo o volume adquirido pelo Brasil.
Em outubro, foram importadas 146,42 mil toneladas de arroz (equivalente casca), de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), volume 4,8% inferior ao de setembro, mas 36,7% superior ao de outubro de 2019. As exportações, por sua vez, somaram 153,5 mil toneladas em equivalente casca em outubro, avanço de 96,4% frente ao mês anterior e 87,2% acima da quantidade do mesmo mês de 2019.
No mercado interno, o indicador Esalq/Senar-RS, 58% grãos inteiros, com pagamento à vista, caiu 0,85% entre 30 de outubro e 10 de novembro, fechando a R$ 104,28 por saca de 50 quilos na terça-feira, 10. Segundo informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), compradores seguem resistentes em elevar os preços ofertados, apontando dificuldades de repasse nos mercados atacadistas e varejistas.