Com demanda por soja dos EUA em alta, Chicago sobe 1,23%

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira, 29, com preços mais altos, ampliando a valorização acumulada na semana e no mês. Os sinais de demanda aquecida nos Estados Unidos – tanto na exportação como no esmagamento – e a preocupação com o clima no Brasil sustentaram as cotações.

Com a alta desta sexta, a posição março, a mais negociada, encerrou a semana com alta de 4,39% e o mês com valorização de 4,45%.

O mercado se mostra em dúvida quanto ao verdadeiro tamanho da safra sul-americana. O atraso na entrada da safra brasileira, devido ao atraso na colheita com o excesso de chuvas, foi fator fundamental para a elevação semanal.

A produção brasileira de soja em 2020/21 deverá totalizar 133,104 milhões de toneladas, com elevação de 4,7% sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 127,178 milhões de toneladas. A estimativa é da consultoria Safras & Mercado. No dia 11 de dezembro, data do relatório anterior, a projeção era de 132,498milhões de toneladas.

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 16,75 centavos de dólar por libra-peso ou 1,23% a US$ 13,70 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 13,67 por bushel, com ganho de 15,50 centavos ou 1,14%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo subiu US$ 3,90 ou 0,91% a US$ 431 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 44,62 centavos de dólar, com perda de 0,03 centavo ou 0,06%.

Por Agência Safras