Milho: na B3, receio sobre a segunda safra continua e trava negociações

Devido ao atraso e irregularidades das chuvas em quase todo o território brasileiro, segundo estimativas da Conab a produção de milho 1º safra no Brasil será a menor das últimas 30 safras. Com isso, as cotações no mercado físico seguem firmes, e o cereal já ultrapassa os R$ 93 por saca. Na B3, o receio com a 2º safra continua, o contrato com vencimento para setembro de 2021 fechou o dia a R$ 85,01, com alta de 0,82%.

O milho encerrou mais um dia em alta na Bolsa de Chicago. Os preços foram sustentados devido à demanda chinesa aquecida pelo grão norte-americano. Segundo o USDA, a terça-feira foi marcada por vendas realizadas para o país asiático.

Além disso, as altas no preço do petróleo geraram expectativas de margens maiores para o etanol, o que contribuiu para o avanço no valor do cereal. O grão terminou o dia cotado a US$ 5,54/bu na CBOT, obtendo valorização de 0,86% para os contratos com vencimento em maio/21.