A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão desta segunda-feira, 21, com preços acentuadamente mais baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de realização de lucros. O andamento da colheita nos Estados Unidos, cujos números serão divulgados nesta segunda pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e o forte declínio do petróleo também contribuem para as perdas, apesar do sentimento de boa demanda para o cereal norte-americano. Os mercados globais são pressionados pelo aumento do número de casos de covid-19 pelo mundo.
As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 755.111 toneladas na semana encerrada no dia 17 de setembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Analistas esperavam o número em 525 mil toneladas.
Na semana anterior, haviam atingido 939.113 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 235.389 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 1.966.144 toneladas, contra 1.130.528 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.
Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,69, com baixa de 8,75 centavos, ou 2,31%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2021 fechou a sessão a US$ 3,79 por bushel, recuo de 8,25 centavos de dólar, ou 2,12%, em relação ao fechamento anterior.
Por Agência Safras