No mercado físico, o milho volta se valorizar nas principais praças do Brasil. Segundo a Agrifatto, em Campinas/SP, o grão é comercializado na casa dos R$ 88/sc, a alta do dólar e a posição dos agentes diante das geadas registradas contribuem para esse movimento. Na B3, os futuros passam por correções após 5 dias consecutivos de alta e o contrato para julho/21 fecha o dia negociado a R$ 89,15/sc, recuo de 4,41%.
Na Bolsa de Chicago, o cereal seguiu caminho inverso da bolsa brasileira e encerra o período no limite diário de alta após o USDA soltar seu relatório que a área plantada para a nova safra e os estoques dos EUA estão abaixo do que o mercado esperava para o grão. O contrato para setembro/21 avança 7,15% e encerra o período avaliado em US$ 7,20/bu.