A queda dos preços internacionais não trouxe impacto para o mercado físico brasileiro de milho, que seguiu registrando preços recordes acima dos R$ 102 por saca em Campinas/SP. No entanto, a B3 foi influenciada pelo recuo em Chicago, com os vencimentos futuros registrando forte desvalorização, o contrato para setembro/21 encerrou o pregão a R$ 95,13, queda de 4,4% no dia.
O movimento de realização de lucros refletindo o relatório do USDA combinado com boas expectativas climáticas fizeram as cotações do milho na CBOT fecharem a quinta-feira em queda. O recuo diário observado no contrato para julho/21 foi de 5,6%, encerrando o dia cotado a US$6,75/bu.