Milho se recupera em Chicago e sobe com indicativo de menor oferta global

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais altos. O cereal reagiu frente às perdas registradas mais cedo, em meio ao indicativo de leve corte na previsão de safra global em 2021/2022 por parte do Sistema de Informação do Mercado Agrícola (AMIS).

A produção mundial de milho em 2021/2022 deverá totalizar 1,1 bilhão de toneladas, contra 1,1 bilhão do ano anterior. A estimativa faz parte do relatório de setembro do Sistema de Informação do Mercado Agrícola (AMIS), órgão do G-20 para divulgar dados de oferta e demanda das principais
commodities globais. Na estimativa anterior, o número era de 1,1 bilhão.

A previsão ainda é de safra global recorde, apesar das revisões para baixo nas projeções para o Brasil e para os Estados Unidos. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indica produção global de 1,186 bilhão. O Conselho Internacional de Grãos indica safra de 1,201 bilhão de toneladas.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,25 1/2 por bushel, alta de 2,75 centavos de dólar, ou 0,52%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2022 fechou a sessão a US$ 5,34 por bushel, ganho de 2,25 centavos de dólar, ou 0,42%, em relação ao fechamento anterior.