Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira, 17, com preços mais baixos. Após ter atingido ontem o melhor patamar desde 31 de agosto, o mercado abriu a possibilidade de um movimento de realização de lucros por parte de fundos e especuladores.
Com isso, a posição novembro encerrou a semana acumulando desvalorização de 0,19%.
Em termos fundamentais, o mercado recebeu pressão sazonal da proximidade do início da colheita de uma safra cheia nos Estados Unidos. Além disso, seguem as preocupações com possíveis cancelamentos de vendas americanas, principalmente para a China.
As dificuldades logísticas para os embarques prosseguem nos Estados Unidos, ainda reflexo da passagem do furacão Ida. Com isso, a demanda tem se deslocado para o mercado brasileiro. Mesmo assim, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos anunciou uma venda de 132 mil toneladas por parte dos exportadores privados para a China.
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 12 centavos de dólar por bushel ou 0,92% a US$ 12,84 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,93 por bushel, com perda de 11,75 centavos ou 0,9%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,90 ou 0,55% a US$ 342,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 56,26 centavos de dólar, baixa de 0,58 centavo ou 1,02%.
Por Agência Safras