Na sexta-feira, dia em que o dólar resolveu “descansar”, quem deu o tom para a manutenção da soja brasileira no patamar de R$ 167 por saca em Paranaguá (PR) foram as cotações em Chicago, que voltaram a bater recorde, segundo a Agrifattto. Para a safra 2020/21, que ainda não ganhou corpo na colheita, a referência de negócios já busca R$ 160 por saca em grande parte do país.
Nos Estados Unidos, o anúncio de novas vendas para a China abriu espaço para que a oleaginosa se valorizasse novamente na Bolsa de Chicago. O contrato com vencimento para março de 2021 atingiu US$ 13,75 por bushel na sexta-feira, subindo 1,44%. Além disso, o relatório de oferta e demanda que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará nesta terça pode trazer um estoque de soja ainda menor, com pouco menos de 4 milhões de toneladas.