Soja: contrato novembro subiu quase 7% em agosto na Bolsa de Chicago

A soja fechou esta segunda-feira, 31, com preços mais altos na Bolsa de Chicago. De acordo com a consultoria Safras, oi a sexta sessão consecutiva de ganhos, com a posição novembro batendo no maior patamar desde 17 de janeiro.

O clima seco nos Estados Unidos deve prejudicar o potencial produtivo da safra americana. A aposta do mercado é que os efeitos climáticos já se reflitam no relatório de condições das lavouras, que será apresentado logo mais. A expectativa é de que o índice de lavouras em boas a excelentes condições recue de 69% para 66%.

O mercado encerrou abaixo das máximas do dia. Os números de inspeção semanal dos EUA ficaram um pouco abaixo do esperado e deflagraram uma leve correção, com fundos e especuladores posicionando carteiras no encerramento do mês. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou inspeções de 805,5 mil toneladas, abaixo da previsão de 850 mil.

No mês, a posição novembro, a mais negociada, acumulou valorização de 6,81%. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3 centavos ou 0,31% em relação ao fechamento anterior, a US$ 9,53 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 9,59 por bushel, com ganho de 3,50 centavos ou 0,36%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,80 ou 0,9% a US$ 312,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 32,86 centavos de dólar, baixa de 0,38 centavo ou 1,14%.

Por Agência Safras