Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira, 22, com preços em leve baixa. O mercado teve um dia de muita volatilidade. Ao final da sessão, o movimento de realização de lucros com base em fatores técnicos se sobressaiu e pressionou as cotações.
O clima favorável ao início da colheita e ao desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos serviu de pretexto para a correção de rumo, que só não foi mais acentuada devido à firme demanda pela oleaginosa americana.
Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita até o dia 20 estava em 6%. O mercado previa um índice de 5%. O percentual de lavouras em boas a excelentes condições seguiu em 63 pontos, enquanto o mercado apostava em queda para 62%.
Pela manhã, o USDA anunciou novas vendas por parte dos exportadores privados. Dessa vez foram 266 mil toneladas para a China e 264 mil toneladas para destinos não revelados. Ambas operações com entrega na temporada 2020/21.
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 2,75 centavos ou 0,26% em relação ao fechamento anterior, a US$ 10,19 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,24 por bushel, com perda de 3 centavos ou 0,29%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,90 ou 0,85% a US$ 341,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 33,60 centavos de dólar, baixa de 0,60 centavo ou 1,75%.
Por Agência Safras