Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira (2) com preços mais altos. Os bons números para exportações dos Estados Unidos
colocaram fim a cinco sessões consecutivas de perdas.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2020/2021, com início em 1 de setembro, ficaram em 68,2 mil toneladas na semana encerrada em 26 de agosto. Representa um recuo de 9% ante à semana anterior e 9% acima da média das últimas quatro semanas. A Holanda liderou as importações, com 86,2 mil toneladas.
Para 2021/2022, foram mais 2,1 milhões de toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 625 mil e 1,3 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 126.000 toneladas de soja em grão para a China. A entrega está programada para a temporada 2021/2022.
Os ganhos foram limitados pelo clima favorável às lavouras dos Estados Unidos e ainda pelos problemas logísticos e estruturais para embarques, em decorrência da passagem do furacão Ida nos Estados Unidos.
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 5,50 centavos de dólar por bushel ou 0,43% a US$ 12,83 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,91 1/2 por bushel, com ganho de 4,50 centavos ou 0,34%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,50 ou 1,01% a US$ 340,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 58,79 centavos de dólar, ganho de 0,85 centavo ou 1,46%.