Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira, 26, com preços mais baixos. O mercado deu continuidade ao movimento de realização de lucros deflagrado na quinta, reduzindo a valorização semanal para 1,61% e mensal para 2,73% na posição maio, que chegou a atingir os maiores patamares em mais de seis anos na semana.
A falta de novas vendas de soja americana, principalmente para a China, colocou em xeque o sentimento de forte demanda pela oleaginosa americana. Com isso, especuladores e fundos optaram por liquidar posições. O fraco desempenho do milho e do trigo e cenário negativo no financeiro contribuíram para a correção.
Março teve um balanço positivo, se consolidando como o nono mês seguido de valorização para a soja. O atraso na colheita e nos embarques do Brasil, o clima seco na Argentina e a perspectiva de manutenção de estoques apertados nos Estados Unidos garantiram a sustentação fundamental.
Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 3,25 centavos de dólar por libra-peso ou 0,23% a US$ 14,04 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 13,91 por bushel, com perda de 5,75 centavos ou 0,41%.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo recuou US$ 1,60 ou 0,37% a US$ 421,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 49,94 centavos de dólar, com ganho de 0,27 centavo ou 0,54%.
Por Agência Safras