Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira, 2, com preços predominantemente mais baixos, em dia de volatilidade. Com o cenário financeiro de maior aversão ao risco, os agentes optaram por embolsar parte dos lucros acumulados na semana.
O mercado iniciou o dia avaliando a notícia de que o presidente americano, Donaldo Trump, testou positivo para Covid. Além disso, o número para desemprego nos Estados Unidos não ajudou.
A correção técnica, no entanto, foi novamente limitada pela boa demanda da soja americana. Hoje o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou duas novas operações de venda por parte dos exportadores privados, envolvendo 264 mil toneladas para a China e 252 mil toneladas para destinos não revelados.
No balanço da semana, o contrato novembro subiu 1,69%, com destaque para os ganhos de 3% da quarta, após o USDA indicar estoques em 1 de setembro bem abaixo do esperado. Para a próxima semana, destaque para o relatório mensal do USDA, que será divulgado na sexta, 9.
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 2,75 centavos de dólar por libra-peso ou 0,26% a US$ 10,20 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,24 por bushel, com queda de 2,50 centavos ou 0,24%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 4 ou 1,14% a US$ 351,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 31,66 centavos de dólar, baixa de 0,76 centavo ou 2,34%.
Por Agência Safras