Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira, 27, com preços em leve baixa. Após atingir na última segunda, 26, o maior patamar em mais de quatro anos, o mercado realizou lucros.
Entre os fatores que ajudaram na correção, analistas destacam a pressão sazonal com o avanço da colheita nos Estados Unidos. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), até 25 de outubro, a área colhida estava apontada em 83%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 57%. A média é de 73%. Na semana passada, o percentual era de 75 pontos. O mercado projetava número de 86%.
Nesta terça não houve anúncio de vendas por parte dos exportadores privados americanos, fato que facilitou a realização. Mas o mercado trabalha com novas aquisições ao longo da semana.
O avanço do plantio da soja no Brasil, com o retorno das chuvas completou o cenário propício à correção, ainda que a situação não esteja regularizada e o clima preocupe.
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 5,50 centavos de dólar por libra-peso ou 0,5% a US$ 10,82 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,76 1/2 por bushel, com perda de 7 centavos ou 0,64%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 5,60 ou 1,43% a US$ 384,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 34,11 centavos de dólar, baixa de 0,35 centavo ou 1,01%.
Por Agência Safras