Agropecuária busca o conhecimento tecnológico e se desloca para o Centro-Oeste e o Norte, diz IBGE

Pesquisa mostra como o processo de modernização da agropecuária passou de um momento de grande mecanização para um de investimento em capital intelectualO Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou nesta sexta, dia 19, o Atlas do Espaço Rural Brasileiro, resultado do Censo Agropecuário 2006. Há informações sobre as relações rural-urbano, a partir das pesquisas populacionais, sociais, econômicas e ambientais.

Ruralistas ameaçam retaliar governo por quebra de acordo no Código Florestal

Descontentes com artigos derrubados por Dilma, ruralistas não descartam questionar nova lei na JustiçaAo vetar nove pontos do texto do Código Florestal aprovado na Câmara Federal, a presidente Dilma Rousseff modificou trechos que beneficiavam grandes produtores e, como resposta, recebeu ameaças de retaliação de ruralistas. À frente de um dos grupos mais influentes do Congresso, formado por 215 deputados e 15 senadores, o líder da Frente Parlamentar da Agropecuária, Homero Pereira (PSD-MT), classificou as mudanças como um golpe do Palácio do Planalto.

Brasil deve produzir 74 milhões de toneladas de milho na safra 2012/2013, avalia USDA

No entanto, volume exportado dependerá de questões logísticas como congestionamento em portos e aumento dos custos de transporteO adido de Brasília do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou que o volume de milho produzido pelo país deve crescer 1,7% em 2012/2013 ante o ano anterior, mesmo com a migração de produtores para o cultivo de soja em função dos preços altos, transporte mais fácil e maior liquidez. O aumento decorreria da disponibilidade de variedades de sementes melhoradas, do crescimento da área plantada e das chuvas dentro da média histórica, após a seca que afetou a safra de verão 2011/

Consolidação de APP e de Reserva Legal é um ganho no Código Florestal, avalia Famasul

Dirigente da entidade acredita que os vetos à MP não devem causar grandes impactos no Mato Grosso do SulO presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul (Famasul), Eduardo Riedel, avaliou nesta quinta, dia 18, que a consolidação de Áreas Preservação Ambiental (APP) e de Reserva Legal é um dos principais ganhos no novo Código Florestal. Segundo o dirigente, os vetos da Presidência da República à Medida Provisória (MP) não modificam a essência da legislação e não devem causar grandes impactos no MS.

AGU defende legalidade de decreto do Código Florestal e diz que governo não teme briga judicial

Documento foi editado para compensar lacunas deixadas na lei depois que parte do texto foi vetada pela presidenta DilmaO advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, defendeu nesta quinta, dia 18, a legalidade do decreto que regulamentou o Código Florestal e disse que o governo não teme disputa judicial em torno do dispositivo. O decreto foi editado para compensar lacunas deixadas na lei depois que parte do texto foi vetada pela presidenta Dilma Rousseff.

Produção de trigo na Argentina deve ser 16,6% menor, prevê Ministério de Agricultura do país

Segundo o governo argentino, números podem ser revistos para baixo se as chuvas persistiremA produção de trigo da Argentina na safra 2012/2013 deve ser 16,6% menor que a do ciclo passado, totalizando 11,5 milhões de toneladas, informou o Ministério de Agricultura do país. Na primeira estimativa para a safra atual, o governo ressalva que os números podem ser revistos para baixo se as chuvas persistirem.

Vetos ao Código Florestal dividem parlamentares

Para o relator Luiz Henrique da Silveira, lei propicia ao país manter-se como referência ambiental para o mundo e suprir a demanda por alimentosOs nove vetos feitos pela presidente Dilma Rousseff ao texto da medida provisória (MP) do Código Florestal aprovado pelo Congresso em setembro dividiu os parlamentares que fecharam um acordo para viabilizar a votação da matéria na Câmara e no Senado. Para o relator Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), "a lei propicia ao país manter-se como referência ambiental para o mundo e suprir a demanda por alimentos".

Não é papel do governo subsidiar milho, diz Mendes Ribeiro

De acordo com o ministro da Agricultura, impedimentos legais barram ajuda ao setorO ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho (PDMB-RS), disse que não é papel do governo comprar milho a preços de mercado para vender por valores subsidiados às grandes agroindústrias. Mendes Ribeiro disse que, por impedimentos legais, não é possível atender o setor, que pede subvenção de R$ 5,00/saca para transporte do cereal do Centro-Oeste para as granjas da Região Sul.

Ministro da Agricultura diz que não haverá surpresas nos vetos ao texto do Código Florestal

Texto será publicado no Diário Oficial da União desta quinta, dia 18O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, disse que não haverá surpresas nos vetos ao texto do novo Código Florestal Brasileiro, que serão anunciados pela presidente Dilma Rousseff e publicados nesta quinta, dia 18, no Diário Oficial da União. Segundo ele, a nova legislação dará segurança jurídica aos produtores rurais, que saberão "até onde podem ir".

União Europeia propõe redução no uso de biocombustíveis para frear alta dos alimentos

Indústria teme o investimento em aumento da capacidade de produção de biocombustíveis de primeira geração acabe sendo em vãoA Comissão Europeia propôs nesta quarta, dia 17, limitar a utilização de biocombustíveis feitos a partir de commodities agrícolas com o intuito de reduzir o impacto dessa fabricação sobre os preços globais dos alimentos. A intenção é "estimular o desenvolvimento de biocombustíveis alternativos, os de segunda geração, feitos de resíduos ou de palha, e que emitem menos gases poluentes e não interferem diretamente sobre a produção global de alimentos".

Restrição do Ibama preocupa setor da aviação agrícola

Impacto pode causar prejuízo de R$ 6 bilhões na safraUma polêmica assombra o setor da aviação agrícola no país. Um comunicado do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) está restringindo o uso de defensivos agrícolas via aérea nas plantações. Porém as aplicações terrestres estão liberadas. O impacto dessas restrições pode causar um prejuízo de R$ 6 bilhões nessa safra, segundo o sindicato da categoria.